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VOCABULÁRIO
 
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De Salinger
7.07.2010 por moderador

A leitura das cartas de J. D. Salinger vão não só matar a curiosidade sobre a vida do escritor recluso, mas principalmente possibilitar a compreensão de alguns aspectos de seu processo de criação e, assim, lançar novas luzes sobre sua obra.


Processo de criação da identidade visual da 29a Bienal de São Paulo
17.06.2010 por moderador

Convidado para desenvolver a identidade visual da 29a Bienal de São Paulo, o designer gráfico André Stolarski editou em formato videográfico uma narrativa de percurso de criação utilizando desenhos, croquis, referências visuais e propostas de outros eventos expográficos para demonstrar como ocorreu a construção de um imaginário, que colaborasse com a tradução visual do tema da mostra.

Um dos pontos principais para a definição do projeto visual concentra-se no trecho do poema de Jorge de Lima: “Há sempre um copo de mar para um homem navegar”. André explica que foram afastados partidos visuais que utilizassem identidades ligadas aos números da edição da Bienal, abstrações gráfica e obras de artistas, como ícones.

“O caminho visual da 29a Bienal de São Paulo é autônomo”, explica Stolarski, e tem o mar como uma de suas mais fortes referências.


29a Bienal de São Paulo em processo
7.06.2010 por moderador

Enquanto a 29a Bienal de São Paulo não abre suas portas, a equipe de curadoria relata em redes sociais virtuais os percursos de escolha dos artistas, as programações para os “terreiros”, definições sobre aspectos da expografia e de produção do material gráfico, além de algumas notas sobre os processos de discussão sobre o projeto curatorial entre os sete curadores da mostra.


Itaú Rumos Dança
26.04.2010 por moderador

O edital do Itaú Rumos Dança (2009/2010) tinha como proposta focar o desenvolvimento de pesquisa coreográfica em dança contemporânea.

O que estava em jogo não era propiciar a preparação de um espetáculo, saindo assim do ambiente de ensaios para uma apresentação “final”. Neste caso o percurso de investigação seria aquilo que se esperava da Mostra de processos.

Poderíamos dizer que seria um caso no qual o processo é a obra.

Os blogs, por sua vez, eram um espaço de experimentação e uma possibilidade de registros desses percursos de criação. Ao entrar em um dos blogs, temos acesso aos outros.


O dossiê completo do Apocalypse Now
26.04.2010 por moderador

Essa documentação fará todos os interessados por cinema conhecer mais sobre o já quase “mítico” processo de criação de Francis Coppola.

Os DVDs, de um modo geral, vêm oferecendo uma grande quantidade de bônus, extras e making of’s com uma grande diversidade de informações sobre as produções cinematográficas. No estabelecimento de relações com estes registros encontramos muitos dos princípios que norteiam as teorias dos cineastas e novas camadas de significado para o filme.


“O caso dos dez negrinhos” de Agatha Christie foi, por um tempo, “O caso dos doze negrinhos”
26.04.2010 por moderador

Os 73 cadernos de Agatha Christie oferecem a possibilidade de compreender como esta autora escreveu muitos de seus livros. O aparente caos das anotações explicita a não linearidade e a complexidade da rede responsável pela construção de suas obras. Viver o processo de escritura, no ambiente da incerteza, é descobrir que os livros publicados poderiam ter tido outras formas e essas outras possibilidades de obras ficam guardadas nos arquivos dos artistas.

O leitor de toda esta documentação, do processo de criação de Agatha Christie, vai conhecer esses clássicos da literatura policial sob novas perspectivas.


“Hardore 90 - uma história oral”
18.01.2010 por moderador

Acreditando que “nenhum movimento social é estanque” e que “é importante ver o que se transforma no tempo e no espaço”, o historiador Marcelo Fonseca lançou-se no estudo do hardcore para “retomar os tópicos, rever as análises, entender o que se parte e o que se cria de novo”.

“Hardcore pode ser barulho ao ouvido do leigo, mas nesse estudo/filme, essa palavra é muito mais que “núcleo-duro”, “casca-grossa” ou “punk tocado de forma rápida e agressiva”, ela simboliza uma comunidade também, argumenta o pesquisador.

Marcelo criou um blog para registrar o processo de produção do documentário que leva temporariamente o nome de “Hardcore 90 - Uma História Oral”. O documentário parte da pesquisa de Marcelo Fonseca, mestrando em História Social pela PUC-SP.


Transitivos – propostas para uma curadoria de processo
7.09.2009 por moderador

A convite do SESC Pinheiros, Cecilia Salles elaborou um projeto de curadoria de processo de obras que se desenvolveriam e/ou continuariam seu processo de construção no espaço expositivo, fosse a partir de ações de artistas e /ou do público. A seguir, um relato sobre as questões que envolviam as escolhas sobre como expor processo:

A exposição nos deu à primeira vista um dado que permearia todo nosso entendimento do projeto: apresentação de experiências processuais ao público, e não somente, a obra “finalizada”.

Partindo dessa premissa, trabalhamos com duas propostas curatoriais, uma primeira que selecionou os artistas e seus projetos de trabalhos; e uma segunda, que nos guiou na maneira de expor e de lidar com os trabalhos.

A expografia tornou-se o grande desafio de Transitivos. Os “projetos” de obras deveriam ser exibidos, assim como o passar de “fases” de construção e também os caminhos trilhados pelos artistas. Mas a apresentação desses materiais não poderia ser algo extremamente narrativo, como um manual de instrução dos trabalhos, e nem tampouco deveria separar processo e obra.

Outro desafio era a ocupação do espaço da exposição em dois pisos, o que facilmente, poderia ter nos levado a uma expografia que dividisse obra e processo. Mas a questão era exatamente não exibir essa cisão e, por outro lado, também convidar o público a visitar o piso superior.

As soluções para todas essas questões vieram conjuntamente para adequar todas as intenções da curadoria de processo. Dividimos a exposição em fases.

A primeira fase foi determinada pelo processo de montagem dos espaços de cada artista. E nós nos responsabilizamos por uma coleta de materiais de construção, enquanto a Lucila registrava em vídeo esses primeiros momentos. Esses registros editados semana a semana ocuparam o piso superior. Enquanto no piso inferior foram colocados dois monitores que exibiriam imagens “ao vivo” do piso superior, como uma forma de convidar o visitante a ver de perto o processo acontecendo.

Na segunda fase, os materiais coletados foram editados como fotografias, e estas foram expostas como uma rede de componentes criativos do processo de cada artista e ligadas por setas. O primeiro vídeo de registros foi colocado no primeiro monitor e assim, semana após semana, os vídeos foram sendo editados e apresentados nos monitores, à medida em que os trabalhos e os processos de construção iam acontecendo.

Enquanto a exposição ficou em cartaz, lidamos com as indefinições e imprevisibilidades de cada processo, com a diversidade de obras, e até mesmo com obras que “dificultavam”, de alguma maneira, o registro de seus caminhos de construção.

  • Links Relacionados

Cuando la fe mueve montañas
30.08.2009 por moderador

A obra de Francis Alÿs contou com a participação de aproximadamente 500 pessoas da cidade de Lima. O artista propôs um trabalho de colaborativo para deslocar uma duna de areia.


Beam Drop
30.08.2009 por moderador

Este vídeo documenta o processo de criação da escultura Beam Drop, do artista americano Chris Burden. A obra foi realizada no Instituto Inhotim, em Minas Gerais, em 2008.

 
 
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