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“Encarnação do demônio - o Diário”
30.05.2008 por admin

Além de escrever sobre o seu diário de produção no set, o filho do cineasta Zé do Caixão, Crounel Marins, faz um relato de seu encantamento com as facilidades das novas teconologias de produção e de suas referências vindas do pai: “Há 30 anos atrás, a única pista que tínhamos para saber se uma cena tinha ficado boa ou não era a opinião do Diretor ou do Diretor de Fotografia, aquele que houvesse ficado com o olho no visor da câmera. Lembro que meu pai pedia, em algumas cenas, para que ele ficasse na câmera, assumindo a responsabilidade do resultado”.

 
 
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